Cherry Rock On: Led Zeppelin (Parte 1)

Depois de um bom tempo sem dar as caras aqui no blog vim lhes trazer um post de música que havia morrido durante o tempo que estive fora concluído meu curso. Sei que muitos sentiram minha falta *_* XD.

E como o título

Enfim, para essa grande volta de posts sobre música no qual estive afastado durante algum período resolvi dar a vocês um presente ;), um post sobre a banda que é considerada uma das mais influentes bandas de toda a história do Rock n Roll e suas ramificações, a banda é a famosa LED ZEPPELIN!

O Inicio.

Antes de falarmos do Led Zeppelin em si vamos partir de um pouco antes de Led surgir na história. Jimmy Page (guitarrista líder da banda) era fascinado por música e por tocar logo não foi tão difícil achar uma banda para dar seu start e a banda que ele começo u a tocar foi a The Yardbirds em 1966 em conjunto com outro grande nome da guitarra, o famoso Jeff Beck.
O tempo foi passando e os Yardbirds já estavam de saco cheio de gravações e turnes, estavam em declínio e Jimmy Page tinha o sonho de montar uma Super Banda que contava com ele, Jeff Beck e outros grandes nomes como Keith Moon e John Entwistle (baterista do The Who).
A ideia de Jimmy Page infelizmente não rendeu e os Yardbirds ainda possuíam shows em aberto na Escandinávia quando o vocalista e o baterista da banda resolveram dar um tempo, para poder completar a agenda Jimmy pediu uma autorização dos dois para que ele e o baixista Chris Dreja  pudessem realizar os shows que faltavam.
Com a banda desfalcada Jimmy teve que correr atrás de pessoas novas que pudessem tocar com ele e sua primeira opção foi o vocalista Terry Reid que recusou o pedido mas indicou um garoto chamado Robert Plant.
Na época Robert Plant era vocalista de uma banda que não recordo o nome u_u, e gostou do que ouviu e o chamou para ser vocalista da banda que se intitularia “The New Yardbirds” e junto com Robert Plant veio também o baterista John Bonham.
Após os concertos o baixista Chris Dreja resolveu abandonar a banda e sabendo disso o baixista John Paul Jones que acompanhava os Yardbirds como músico de estúdio se ofereceu para entrar na vaga de Chris e logo foi aceito.

Começa então a união do grupo de rock mais influente de todos os tempos e de diversas formas, começa definitivamente a banda: Led Zeppelin.

O Nome

O nome Led Zeppelin foi uma dica de Keith Moon quando na discussão da Super Banda, a ideia é que uma Super Banda atingiria o publico em cheio como um “Balão de Chumbo” ou no caso um “Lead Zeppelin”, para que fosse lido como é dito resolveram retirar o A da palavra Lead deixando apenas Led Zeppelin.

Auge e Sucesso.

Led Zeppelin foi sucesso desde o primeiro disco onde era óbvia a união de diversas formas de som e a criativa guitarra de Jimmy Page com a voz incomparável de Robert Plant mas deixando sempre clara e transparente a base do blues rock que a banda possuía.
Sendo assim os primeiros 3 álbuns da banda foram titulados apenas como:

Led Zeppelin I

Led Zeppelin II

Led Zeppelin III

O sucesso iminente vem no quarto álbum, o disco mais misterioso da banda pois diferente dos outros não possuía título e continha nele os símbolos que cada um escolheu para representa-lo.
Sem um título e sem imagem dos músicos, o quarto álbum é conhecido como Led Zeppelin VI, Zoso ou The Four Symbols.

Com o lançamento do Quarto Álbum, Led Zeppelin literalmente estourou nas paradas de sucesso com músicas como Black Dog, Rock N’ Roll e a música que se tornaria o hino de uma geração ao redor do mundo, a famosa Stairway To Heaven.

Após o sucesso estrondoso com Led Zeppelin 4, foi lançado então Houses Of The Holy que continha músicas mais longas e experimentais com o uso de sintetizadores e arranjo de cordas feito por Jones.

Esse álbum bateu os recordes de audiência, tendo chegado ser ouvido por mais de 50 mil pessoas. Três concertos no Madison Square Garden foram filmados para a realização de um filme, mas o projecto foi adiado por vários anos.

 

 

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Um comentário sobre “Cherry Rock On: Led Zeppelin (Parte 1)

  1. Para além da sua importância como baixista, as suas aptidões como tecladista acrescentaram uma dimensão eclética à música dos Zeppelin, retirando–lhe o rótulo de ser apenas mais uma banda de hard rock. No palco, a música preferida de John era “No quarter”, que muitas vezes chegava a demorar mais de meia-hora e incluía trechos de “Amazing Grace” e variações de peças clássicas de compositores como Rachmaninov.

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